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Aprenda a socorrer um pet com epilepsia

July 8, 2015

 

A convulsão em cães é um acontecimento bastante assustador para quem tem um pet em casa e, infelizmente, pode ser descrita como uma complicação relativamente comum no mundo canino. Podendo ser desencadeada por uma série de motivos diferentes, a crise convulsiva em cachorros dificilmente pode ser prevista e, para os proprietários que não conhecem e nunca presenciaram um episódio do problema de perto, pode causar bastante desespero.

 

Assim como no caso dos seres humanos, a convulsão em cães pode ocorrer em função de o animal ser portador da epilepsia: uma doença crônica e caracterizada por ataques epiléticos involuntários e recorrentes, com ou sem a perda de consciência do animal. No entanto, muitos outros fatores externos – incluindo barulhos muito altos ou choques elétricos – também podem engatilhar uma crise convulsiva nos cachorros, e até mesmo facilitar que o pet desenvolva a epilepsia.

 

 

 

Sendo essa uma doença hereditária, é possível que a causa de ataques convulsivos em alguns animais seja passada de pai para filho, no entanto, algumas raças caninas específicas também têm uma predisposição maior a sofrer com esse tipo de crise. Beagle, Pastor Alemão, São Bernardo, Collie, Golden Retriever, Poodle, Husky Siberiano, Cocker Spaniel, Labrador, Setter Irlandês, Pastor Belga, Teckel e Pit Bull são algumas das raças com maior tendência a desenvolver esse tipo de problema ao longo da vida. 

 

O que fazer quando o pet tem uma convulsão?

 

Embora não se possa fazer muito pelo cão no momento em que ele tem uma crise de convulsões, há algumas providências que podem ser tomadas para que o ataque cause o mínimo possível de consequências. Proteger o cão durante o episódio – impedindo que ele fique próximo de móveis em que possa bater ou que tenham objetos que possam cair em cima do animal – é bastante importante, pois evita traumas maiores que podem causar ainda mais complicações.

 

O mais indicado nestes momentos é que se acomode o cachorro em um lugar bem confortável e de pouca luz, tendo paciência até que o cão recobre seu estado normal, já que, nas crises convulsivas o animal tende a ficar bastante confuso por algum tempo e pode até mesmo não reconhecer seu próprio dono.

 

Ao perceber que o pet retoma os sentidos, é uma boa opção que o seu proprietário tente conversar com ele, para que seja reconhecido e o animal possa se tranquilizar mais facilmente. Feito isso, a indicação é a mesma de qualquer outra doença ou acidente com animais: levar o pet para uma visita ao médico veterinário o mais rápido possível.

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